vc e nosso visitante

dio como ti amo

PODEMOS VIVER SEM AR

PODEMOS VIVER SEM AR
DEIXE A TERRA RESPIRAR

sábado, 13 de fevereiro de 2010

SEJAM BEM VINDO AO MEU WEBMAIL

sábado, 16 de fevereiro de 2008

domingo, 8 de julho de 2007

DESMATAMENTO

A Amazônia Devastada
Os problemas vêm de longa data e a cada dia ficam mais intensos. Segundo dados oficiais, da época do descobrimento do Brasil até 1978 os desmatamentos na Amazônia tinham atingido cerca de 15,3 milhões de hectares.
Dez anos depois, a área total de devastação chegava a 37, 8 milhões de hectares. Ou seja, ocorreu um aumento de mais de 22 milhões de hectares de florestas devastadas, o que corresponde a uma área maior do que a destruída em toda a história da região até 1978.
No entanto, a destruição da floresta continuou desenfreada e, em 1990, a área desmatada detectada já era de quase 41,5 milhões de hectares. Firme e cada vez mais forte, o desmatamento continua atualmente atingindo cerca de 2 milhões de hectares por ano.
Animais e vegetais sofrem com esse processo ameaçador e covarde: várias espécies não existem mais e outras tantas brigam contra o processo de extinção, quase inevitável...

domingo, 24 de junho de 2007

transgênicos

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou o lançamento comercial do milho transgênico Liberty Link, da empresa Bayer. Esta variedade de milho geneticamente modificado é resistente ao herbicida glufosinato de amônia.

Resistência dos agricultores

"A não ser que haja uma forte resistência dos pequenos agricultores, o precedente está aberto para uma liberação de todos os pedidos," afirma Magda Zanoni, pesquisadora do Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural (Nead).

"O problema é que votamos a liberação comercial do milho sem análise dos riscos à saúde e sem protocolos de impactos ambientais. O princípio de precaução e a análise de riscos deveriam ser os pontos centrais da liberação, mas não foi o que vimos", diz ela.

"Sem dúvida, a decisão deverá ajudar a acelerar futuras aprovações," diz Alda Lerayer, diretora-executiva do Conselho de Informações sobre Biotecnologia e favorável à liberação.

O presidente queria

A liberação só foi possível graças à medida provisória sancionada em Março pelo presidente da República, que reduziu o quórum da CTNBio para aprovação de transgênicos de 18 para 14 integrantes. Tendo um total de 30 membros, agora são necessários menos de 50% dos votos para qualquer aprovação.

As duas pesquisadoras concordam com o papel decisivo da medida provisória, mas discordam dos seus efeitos. Para Alda, a redução do quórum foi uma medida acertada do governo, por acelerar as aprovações.

Já para Magda, a redução do quórum teve o objetivo de garantir que não haja chance de contestar a liberação comercial de produtos. "A redução nasceu de uma enorme pressão, no Congresso Nacional, dos lobbies das multinacionais, que agora têm uma liberação rápida com o mínimo de votos possível. A ala preocupada com os riscos ambientais é minoritária e, mesmo com o quórum de dois terços, raramente tínhamos alguma vitória", afirmou.

Expedientes

Para acelerar a aprovação, a comissão usou o expediente do deferimento com condicionalidades, que libera o produto antes de ter todas as instruções normativas prontas. "Só depois da liberação comercial é que a comissão vai definir as obrigações da empresa, definindo exigências de relatórios e análises de riscos. Mas, como já há liberação comercial, não teremos instrumentos de pressão para exigir que a empresa cumpra sua obrigação", ressalta Magda.

O Ministério Público Federal quer impugnar a liberação com o argumento de que a sessão de aprovação não teria cumprido o artigo 34 da Lei de Biossegurança. De acordo com esse artigo, os integrantes da CTNBio deveriam, antes de fazer os pareceres sobre o milho da Bayer, considerar e opinar sobre dados discutidos durante audiência pública realizada pela comissão no dia 22 de março.

amigo

AMIGO

sexta-feira, 15 de junho de 2007

EU BUSCO

Eu Busco
Parece que quero e espero,
a volta de um passado.
Se foi bom?
Eu não sei se foi realmente.
Fez-me rir, fez-me chorar.
Eu fui feliz. E agora?...
Inseguro, inconstante, desprendido da vida.
E carente.
Sonhos ou pesadelos,
Eu não sei mas, mesmo assim
fazem parte hoje em dia,
de meus sentimentos, de mim.
Confundem-me, enroscam-se
as imagens que tenho presente,
com o rosto que, agora, de minha vida
é ausente.
Eu busco.
Sei que quero, sonho e espero,
viver hoje, neste dia, muitos dias,
intensamente.
Emoções e alegria.
Encantamento, muito amor.
Quero a paz da felicidade.
Um romance envolvente, sem pesadelos,
displicente.
Livre, lindo, solto e sem dor.
(Beatriz )